Ativista é retirado à força de hospital em Linhares e representa contra sargento - Colatina News

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12/09/2019

Ativista é retirado à força de hospital em Linhares e representa contra sargento

Jonas Soprani foi detido por questionar atendimento no HGL

O ativista Jonas da Silva Soprano, que recentemente recorreu ao Ministério Público contra os gastos abusivos com a Festa de Aniversário de Rio Bananal, no Norte do Espírito Santo, acabou sendo detido ao questionar o não atendimento de uma pessoa no Hospital Geral de Linhares.

A confusão aconteceu por volta de 01h50m de terça-feira, 10, quando o ativista se dirigiu à recepção do hospital para averiguar o andamento do atendimento, em virtude da grande demanda, e principalmente pela existência de idosos aguardando serem atendidos sem o devido conforto.

Ao questionar o não atendimento de um senhor que aguardava ser atendido há várias horas, os seguranças do hospital, agindo com truculência, o retiraram a força do recinto e o colocaram para fora do hospital, tendo o ativista ligado para o 190, solicitando o comparecimento de policiais no local.

Fac-simile da representação contra o sargento Jefferson
“Cerca de 15 minutos depois chegaram dois policiais em uma viatura e quando me identifiquei como o solicitante, o sargento Jefferson não quis me ouvir e seguiu direto para o interior do hospital, de onde saiu cinco minutos depois acompanhado de um dos seguranças e me obrigou a entrar na viatura”.

Jonas prossegue dizendo que ao questionar ao sargento o porquê de ele ter quer ir para o DPJ, o policial, com voz ríspida, exigiu que o ativista entrasse no veículo e calasse a boca. “Em momento algum o sargento me ouviu”, afirma o ativista na Representação nº 014/2019 feita contra o militar no 12º BPM.

Segundo Jonas, o sargento Jefferson estava com sinais de embriaguez, apresentando bafo de álcool, olhos lacrimejantes e voz agressiva. “Notei que ele estava com sintomas de ter ingerido bebida alcoólica desde a abordagem próximo à viatura”, relatou o ativista Jonas Soprani.


Ao ser entregue na Delegacia de Polícia, Jonas conta que foi colocado em uma cela depois de entregar seus objetos particulares, e de lá ouviu o sargento Jefferson dizendo que era “para deixá-lo preso por algumas horas”. Entretanto, minutos depois o ativista foi ouvido por um policial civil e liberado.

Garante o ativista, que esse tipo de atitude de policiais que abusam do poder é comum na sua função, mas que as medidas são tomadas para que os infratores aprendam que a busca pelo direito do cidadão está garantida na Constituição Federal, e não é um policial qualquer que vai impedir isso.



7 comentários:

Rosilda Venâncio disse...

Esse cabra é de coragem mesmo. Vem pra São Gabriel, estamos precisando de alguém para denunciar as maracutaias da prefeita dessa cidade.

Joaquim Raimundo de Souza disse...

Vlw Jonas. Tamos torcendo para que consiga acabar com a realização dessa festa maluca aqui de Rio Bananal. Esse Filismino num tem noção do absurdo que está cometendo. A cidade falta de um tudo e ele preocupado em fazer festas.

Juvenal Quintino Ramos disse...

TMJ companheiro. Esse sargento realmente é metido a mandão. Arbitrário e péssimo profissional. Devia tirar uns dias de cana para aprender a respeitar quem paga seu salário.

Anísia Teodoro da Fonseca disse...

Tenho amigos policiais que sempre reclamam desse sargento e não gostam de trabalhar com ele, pois só sabe arranjar confusão e encher a cara.

Mário Pessoa Leão disse...

Novidade. Quantas vezes ele já tomou um engasga gato aqui no nosso bar durante o dia de trabalho e fardado. Não dá moleza não Jonas.

Arlindo Maria de Souza disse...

Esse é o cara. Vem cá em Colatina estamos precisando de alguém que denuncie os absurdos dessa fraude que chamam de prefeito que só sabe fazer marquetingue enquanto o município vai se deteriorando a cada dia que passa. Nossos bairros estão abandonados, os postos de saúde nem gaze tem para fazer curativos, creche funcionando em área sedida pela igreja, enfim, nosso município está abandonado e o prefeito fica fazendo gracinhas em praças capinando canteiro, pintando meio fio e fazendo amarelinhas nas calçadas. Socorro, Jonas, só você pra mostrar para quem não conhece esse prefake a fraude que ele representa.

Adalgisa Maria Bonomo Silveira disse...

Apoio o trabalho desse ativista. Ele coloca o dedo na ferida e defende quem está tendo seus direitos lesados. Aqui em Nova Venécia estamos precisando da sua presença.

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