Eduarda Amabile Correia, 26 anos, foi
brutalmente assassina pelo companheiro na tarde de segunda-feira, 29, em
Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba/PR. O assassino, que foi identificado
como Tiago Trindade, 33 anos, vivia maritalmente com a vítima há três anos e
aquela não foi a primeira violência.
Segundo informações da polícia, Eduarda foi estrangulada
até a morte pelo companheiro ao se recusar a desbloquear o celular, cujo acesso
ao usuário era permitido somente por reconhecimento facial. Ao ter o seu pedido
negado, o assassino a agrediu violentamente e em seguida a estrangulou até a
morte.
A vítima foi encontrada desacordada em casa por
familiares do assassino, que a levou a uma UPA (Unidade de Pronto-Atendimento),
onde tentaram reanima-la, mas Eduarda não resistiu aos ferimentos e morreu. Quando
foi encontrada, a vítima estava com o rosto desfigurado em virtude da violência
das agressões.
Eduarda foi socorrida à UPA pela sogra e por um
cunhado que não tiveram os nomes divulgados. “Ele deu tanta porrada nela, que
arrebentou com ela”, disse revoltada uma amiga da vítima. Depois de praticar o crime
o assassino se evadiu do local do fato, mas foi preso pela Polícia Civil por
volta das 18h do mesmo dia.
Um levantamento realizado pela polícia comprova que o assassino possui histórico de agressões contra ex-companheiras. Amigos e parentes lamentaram a morte de Eduarda. “Descanse em paz, amiga. Sempre vou te amar, vai fazer muita falta. Não consigo acreditar nisso”, disse um amigo dela durante o velório.
Em nota, a Polícia Civil informou que segue
investigando o caso para esclarecimento dos fatos. O corpo de Eduarda foi
removido ao IML (Instituto Médico Legal) de Curitiba, onde foi periciado e após
o exame cadavérico, foi liberado à família para o sepultamento, que ocorreu na
tarde de terça-feira, 30.
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