Mineira que atropelou e matou adolescente em Londres não pode sair da Inglaterra - Colatina News

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19/09/2020

Mineira que atropelou e matou adolescente em Londres não pode sair da Inglaterra

Gardene alega ter sofrido ataque epiléptico durante o acidente


Quem está vivendo uma situação inusitada é a mineira Gardene de Carvalho, 42 anos, que desde 29 de junho último está proibida de sair de Londres, na Inglaterra. Isso porque por volta das 21h daquele dia, ela atropelou e matou a adolescente Victoria Carson, 13 anos, quando estava voltando para casa.

 

Gardene de Carvalho estava conduzindo um Fiat 500 branco e em sua defesa afirma que sofreu uma crise de epilepsia e perdeu os sentidos. Vale destacar que ela nunca teve crise epiléptica e tinha acompanhamento médico rotineiro. O atropelamento aconteceu na Avenida Logmore, no subúrbio de Barnet.

 

Ela, que é mineira de Belo Horizonte, estudante de enfermagem e mora em Londres há 17 anos, disse que estava empolgada com notícias do namorado que havia avançado na luta pela conquista da cidadania britânica e, no caminho de casa, alega que apagou na direção e atropelou a adolescente.

 

Victoria Carson chegou a ser socorrida ao hospital mais próximo, mas acabou morrendo em decorrência da gravidade das lesões sofridas na cabeça e no peito. Sua irmã Isabella Carson, 15 anos, que estava em sua companhia e tinham saído para comprar chocolates perto de casa, escapou sem ferimentos.

 

Victoria teve a adolescência interrompida pelo acidente fatal

A advogada de Gardene alega que ela teve seus documentos confiscados pela justiça britânica. “Ela quer voltar ao Brasil, mas hoje pode ser enterrada como indigente em Londres. Gardene não tem documento algum, ficou 36 horas presa e só foi liberada depois de repassar os documentos”, disse a advogada.

 

A prisão de Gardene aconteceu por morte causada por direção perigosa, e em depoimento à polícia ela conta que tinha pressão baixa às vezes, e relata ter muitas dores. Gardene inclusive foi submetida a exames para constatar o uso de drogas e álcool naquela noite de 29 de junho, mas nada foi constatado.

 

“Nossa família está devastada pela perda de nossa linda filha, que nos deu alegria e deleite em nossas vidas. Victoria era amada carinhosamente por muitos de seus amigos com quem ela compartilhava muitas brincadeiras, especialmente cuidar de gatos e jogar tênis”, disseram os pais da adolescente.

 



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