Médica veterinária pode ter sido morta por grupo de extermínio, disse colega de trabalho - Colatina News

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24/06/2022

Médica veterinária pode ter sido morta por grupo de extermínio, disse colega de trabalho

Prédio do Frisa onde Crislaine trabalhava

Continua encoberto pelo mistério a morte da médica veterinária Crislaine Boldrini Faé, 29 anos, que foi morta a tiros na noite de quinta-feira, 23, em Teixeira de Freitas, no Sul da Bahia, por dois motociclistas que a perseguiram e a derrubaram, e um deles atirou contra ela, que morreu antes de ser socorrida.

 

A morte de Crislaine, que era de Rio Bananal, Município localizado no Norte do Espírito Santo, causou surpresa e revolta em familiares e amigos em decorrência da crueldade com a qual foi executada. Ela era funcionária do Frisa (Frigoríficos Rio Doce S/A) e sua função, segundo informações, era inspecionar os produtos.

 

“Como sua função era garantir que os produtos estejam dentro dos critérios técnicos de qualidade e aptos para evitar qualquer tipo de transmissão de doenças, ela pode ter ido de encontro a interesses de fornecedores de má-fé e por isso acabou sendo morta covardemente”, disse um colega de profissão.

 

Roque Bianchi também era capixaba

Ainda segundo o colega de serviço da médica veterinária morta, que pede para não ter o nome divulgado por medo de represálias, Crislaine pode ter sido morta por um grupo de extermínio que age no Sul da Bahia e que tem ramificações em várias organizações criminosas, inclusive com atuação em presídios do Estado.

 

Ele enfatiza que Crislaine é a quinta pessoa ligada à Frisa de Teixeira de Freitas que foi morta de forma brutal, e a segunda do Espírito Santo. O outro capixaba morto foi o ex-gerente da Frisa, Roque Bianchi, que foi encontrado morto na garagem de sua residência no dia 30 de agosto de 2019, com várias facadas.

 

“O assassinato do ex-gerente da Frisa, que era proprietário da Casa de Carne Novilhos Grill e atuava no ramo de compra e venda de gado na região, até hoje está coberto pelo mistério. A polícia chegou a afirmar que o crime foi latrocínio (morte seguida de roubo), mas não foi confirmado”, disse o amigo da veterinária.

 

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