Acusado de estuprar e matar Gabrielly se apresenta à polícia com advogado - Colatina News

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25/05/2020

Acusado de estuprar e matar Gabrielly se apresenta à polícia com advogado

Corpo de Gabrielly foi encontrado numa cisterna com sinais de violência sexual

Maik F. M., acusado de ter estuprado e assassinado da criança Gabrielly, 02 anos, crimes ocorridos na quarta-feira, 20, em Barra de São Francisco, no Noroeste do Espírito Santo, se apresentou à polícia na segunda-feira, 25, acompanhado do advogado Raony Fonseca Scheffer Pereira.

Na Delegacia de Polícia, Maik negou a autoria dos crimes de abuso sexual e homicídio contra sua enteada, cujo corpo foi encontrado afogado em uma cisterna no Córrego Palmital, no Distrito de Monte Sinai. Depois de ouvido, Maik foi encaminhado à carceragem, em cumprimento a mandado de prisão.

À imprensa, o advogado do acusado disse que ele se mostrou tranquilo o tempo todo e que “sua versão sobre os fatos é coerente e verdadeira, tendo se colocado à disposição de perícias”, e assegurou que a inocência de seu cliente será comprovada no curso do Inquérito Policial ou de eventual Ação Penal.

“Não se sabe ainda quem foi o real autor dos crimes contra a menor (e se houve realmente crime)”, disse Raony. “Há uma primeira versão da mãe e da avó materna da criança de que ocorreu foi morte acidental. Maik nega a autoria ou participação em qualquer dos crimes investigados”, acrescenta o advogado.

O advogado Raony Scheffer apresentou Maik à polícia
“Inclusive”, prossegue Raony, “Maik ajudou a socorrer a criança, que foi encontrada morta numa cisterna em virtude de ‘suposto’ afogamento. Porém, existe um laudo preliminar apontando que a menor foi morta por asfixia mecânica e que há indícios de violência sexual”, explica o advogado.

Acrescenta Raony, que a autoria do crime não está sendo objeto de apuração e que seu cliente espontaneamente se colocou à disposição da justiça para esclarecimentos. “Por enquanto, por causa de um mandado de prisão temporária, o padrasto e a mãe da criança ficarão presos pra coleta de provas”.

Segundo o advogado, até agora não há provas concretas contra quem quer que seja e o seu trabalho é desvendar quem é o real responsável pelos crimes, para que a pessoa responda de acordo com a lei e que nenhum inocente pague pelo que não fez. “Não podemos cometer injustiças”, conclui Raony.



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