Jovem vende álcool 70% como se fosse Lança Perfume e é esfaqueado por uma mulher - Colatina News

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23/03/2021

Jovem vende álcool 70% como se fosse Lança Perfume e é esfaqueado por uma mulher

A Delegacia de Polícia de Brazlândia está investigando o caso

Uma mulher de 31 anos, que não teve o nome divulgado, foi presa na noite de segunda-feira, 22, depois de meter a faca em um jovem e 16 anos, que a enganou lhe vendendo álcool 70% como se fosse Lança Perfume. O jovem foi atingido com golpes nas costas e na barriga e foi socorrido por um amigo.

 

De acordo com a polícia, dias antes a mulher comprou do jovem um frasco de Lança Perfume, mas ao descobrir que havia sido enganada decidiu tirar satisfações. Ao reencontrá-lo, iniciou-se uma discussão, tendo a mulher perdido o controle da situação, sacado da faca e metido a lâmina na vítima.

 

Após o crime, ocorrido em Brazlândia/DF, a mulher fugiu do local e atirou a faca dentro de um rio, mas foi capturada em seguida e levada à Delegacia de Polícia, onde foi autuada em flagrante por tentativa de homicídio. Ela possui ficha na polícia por praticar homicídio em 2008, usando também uma faca.

 

O uso do Lança Perfume é proibido no Brasil há vários anos

Conhecido por loló ou cheirinho da loló, o Lança Perfume é uma droga produzida com a combinação de éter, clorofórmio, cloreto de etila e essência de perfume. Esses solventes químicos são embalados em tubos de alta pressão, e ao entrar em contato com o ar ambiente, é rapidamente evaporado.

 

A droga chegou ao Brasil no início do Século XX e em 1906 ganhou popularidade no carnaval do Rio de Janeiro. Desde então se tornou muito consumido entre carnavalescos, até ser proibido em 1961 pelo então presidente Jânio Quadros, já que algumas pessoas passaram a inalar o Lança Perfume, porque seu cheiro provocava sensações de excitação e alegria.

 

A proibição do comércio e importação da droga no Brasil foi baseada numa série de reportagens investigativas realizadas pelo jornalista Flávio Cavalcante, que atribuiu à droga inúmeras mortes por parada cardíaca e embriaguez. No início dos anos 2000 a droga foi novamente liberada, mas por pouco tempo.

 

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