Prefeito cabra macho se recusa a vacinar ladrões e assassinos antes dos trabalhadores - Colatina News

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26/05/2021

Prefeito cabra macho se recusa a vacinar ladrões e assassinos antes dos trabalhadores

Christiano não aceitou vacinar presidiários antes de trabalhadores

Quem está sendo muito elogiado pela população é o prefeito Christiano Xavier (PSD), de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG, depois de se negar a vacinar presidiários contra a Covid-19 antes dos trabalhadores, conforme prevê o PNI (Plano Nacional de Imunização), do Ministério da Saúde.

 

Ele alterou a fila prioritária na cidade e se recusou a vacinar a população carcerária antes dos trabalhadores das escolas e do transporte público, conforme estabelece o PNI do Ministério da Saúde. Inclusive, desde sexta-feira, 21, que iniciou a vacinar professores da rede pública e privada de ensino. Os motoristas de ônibus começaram a ser vacinados nesta quarta-feira, 26.

 

Christiano, que foi delegado da Polícia Civil, disse que tomou a decisão por conta própria e que assume a responsabilidade. “O que não se pode é ladrões e assassinos serem vacinados antes de nossos trabalhadores”, disse ele. Santa Luzia conta com uma população carcerária de quase 500 pessoas.

 

Professores já estão sendo vacinados em Santa Luzia/MG

Além disso, possui um presídio e uma Associação de Proteção e Assistência aos Condenados. O prefeito afirmou que o retorno das aulas presenciais ocorrerá nos próximos 20 dias e que no momento a prefeitura está preparando as escolas para atender os protocolos. “Passei mais de 20 anos de minha vida entre o cidadão de bem que foi vítima, e o autor de um crime”, disse o prefeito.

 

“E é o que está acontecendo neste momento”, prossegue ele. “Tem essas duas pessoas na linha e a imunização está sendo direcionada para o que delinque, aquele que errou e que, inclusive, está dentro de uma carceragem, isolado. Há vários cidadãos mais importantes que estão expostos no dia a dia, como motoristas de ônibus, que estão tendo que ir pra rua buscar o pão de cada dia”.

 

“O pessoal ficou receoso pelas implicações jurídicas de não seguirmos o PNI, mas assino embaixo. Eu estou mandando e se não fizer eu mando embora. Fui eleito pelo povo, não vou aceitar cabresto e não vou vacinar um monte de ladrões e deixar toda categoria de trabalhadores de fora”, disse o prefeito, destacando que se houver implicação jurídica, está pronto para se defender.

 

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