Uma noite que prometia ser “institucional”
acabou virando um verdadeiro espetáculo de comédia (ou tragédia?) na região do
Lago Sul, em Brasília. O protagonista? O deputado federal Luciano Alves (PSD),
aparentemente mais inspirado pelo espírito etílico do que pelo espírito público,
dado ao seu estado de embriaguez.
Segundo relatos de testemunhas, o parlamentar
resolveu participar de uma negociação “privada” com uma acompanhante (garota de
programa), mas o que era para ser um simples acordo de valores acabou evoluindo
para um debate digno de sessão plenária… só que dentro de um carro.
A acompanhante contou que explicou tudo
“tim-tim por tim-tim”, incluindo valores e condições. O deputado, inicialmente
de acordo, mudou de postura mais rápido que promessa de campanha. Já alterado
e, digamos, “com alto teor democrático no sangue”, passou a distribuir
xingamentos como se fossem emendas parlamentares.
Em determinado momento, o ilustre representante
do povo recorreu ao clássico e malfadado argumento político: “Você sabe com
quem está falando?” A resposta veio à altura, e com direito a efeito especial:
o cartão do deputado foi lançado ao chão, numa cena simbólica que muitos já
estão chamando de “queda de prestígio em tempo real”.
Sem conseguir “aprovar a pauta” e se recusando
a deixar o veículo, o parlamentar elevou ainda mais o tom, transformando o
ambiente em um verdadeiro plenário de crise. A acompanhante, temendo que a
sessão descambasse para vias de fato, chamou a segurança, encerrando a reunião
por “intervenção externa”.
Mas, como toda boa confusão política, sempre dá
para piorar: ao tentar resolver a situação, a discussão se expandiu para
terceiros, incluindo assessora e familiares do deputado, com direito a troca de
ofensas e até “chuva de bebida”, inaugurando o que especialistas já classificam
como o primeiro “coquetel molotov social” da noite.
O gran
finale? Delegacia. Porque, no fim das contas, quando o debate perde o rumo,
alguém sempre acaba pedindo “ordem na casa”. A ocorrência foi registrada e
segue sob investigação. Enquanto isso, nos bastidores, comenta-se que o
episódio já entrou para a história como um dos raros casos em que o mandato
tentou ser usado… mas acabou reprovado por falta de decoro básico.
E assim termina mais um capítulo da política
nacional, provando que, às vezes, o problema não é falta de puta, digo, de
pauta. É excesso de álcool mesmo. O fato ocorreu na quarta-feira, 25, às 23h30m,
e movimentou a Polícia Militar. O deputado já gastou R$ 23 mil da Cota Parlamentar em
diárias de hotéis, inclusive em hotéis de Brasília, onde ele dispõe de apartamento
funcional cedido pela Câmara.
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